Não importa se tem empresa, se fez consultoria. Na posição de ex-ministro da Fazenda e deputado federal, tem a obrigação moral de informar quem foram os seus clientes. Se tiveram negócios com o governo. Que tipo de serviço foi prestado para render tão assombrosa soma. Houve tráfico de influência? Esses clientes acessaram dinheiro público por meio de empréstimos ou de operações comerciais? Esses clientes foram beneficiados com concessões? Eles já tinham ligações com o ex-ministro, quando ele exercia o cargo?
Já chega um ministro da Casa Civil que montou o Mensalão e que virou um super consultor que recebe dinheiro de empresas para facilitar a sua vida junto ao governo petista. É preciso transparência verdadeira. É preciso que Palocci responda: de onde veio o dinheiro?

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