Foro de São Paulo e a Desmilitarização
no Brasil
O Foro de São Paulo, criado por Fidel Castro e Lula em 1990, com o
propósito de ser um aparato unificador do comunismo em toda a América Latina, diz
que as nações da Ibero-América devem “redefinir a missão” de suas Forças
Armadas e reduzir violentamente os orçamentos militares. Isto, ao tempo em que
deve-se reeducar os militares, introduzindo-os à ideologia marxista. Por isto é
que vemos personagens como Alejo Vargas, Gonzalo Sánchez, León Valencia e
outros da mesma espécie, dando aulas aos brasileiros. Carlos Gaviria, Venus
Albeiro Silva e Jorge Robledo, do Polo Democrático, são membros do Foro de São
Paulo, como Piedad Córdoba, do Partido Liberal e Marcha Patriótica, grupo
político das FARC, também do FSP. O Foro de São Paulo disse em 1993, na
declaração final de seu IV Encontro em Havana: “As Forças Armadas constituem
uma das ameaças mais sérias à construção da democracia política na América
Latina”. Tomas Borge, sandinista e membro do FSP disse que “os exércitos servem
para dar golpes de Estado e para reprimir o povo (…) São um câncer em nossos
países (…) não há razão para que continuem existindo”. Lula da Silva, admirado
profundamente por Capriles, disse em 1994: “Creio que já temos forças armadas
suficientes no mundo (…) Temos que diminuir o aparato militar”.

Nenhum comentário:
Postar um comentário